segunda-feira, julho 02, 2012
And... we're back!
A vida às vezes dá tanta cambalhota que nos consome no rebuliço do quotidiano mas já tinha saudades de cuspir para aqui uns pensamentos, de ser dona e senhora de um espaço que é só meu e onde sou livre de dizer o que penso e o que me vai na alma! Abrir um bocadinho esta caixa de Pandora que vive no meu peito...
sexta-feira, junho 27, 2008
Jack!
segunda-feira, junho 23, 2008
Some kind of wonderful
I don't need a big, fine car
I got everything that a girl could want
I got more than I could ask for
I don't have to run around
I don't have to stay out all night
Cause I got a sweet, sweet lovin man
And he knows just how to treat me right
See, my baby, he's alright
See, my baby, we're so tight
Don't you know he is some kind of wonderful
Yes, he is
He's some kind of wonderful
Don't you know he is some kind of wonderful
Joss Stone
Just for my baby...
terça-feira, junho 17, 2008
Forever friends
Não, não vou discursar acerca dos bonequinhos queridos que se vendem em porta-chaves e outras mariquices que tais nas lojinhas dos supermercados... Nem vou fazer discursos inflamados acerca da amizade e do seu valor inestimável e transcendent... (Toda a gente sabe isso...).quinta-feira, maio 15, 2008
Estradas sem nome
terça-feira, maio 06, 2008
Desejos

terça-feira, abril 15, 2008
Agridoce
segunda-feira, março 31, 2008
Águas de Marco
É um resto de toco, é um pouco sozinho
(...)
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho"
Tom Jobim
segunda-feira, março 17, 2008
Às cores..
sexta-feira, março 14, 2008
Filosofias...
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Nós em Berlim
segunda-feira, novembro 05, 2007
Cicatrizes
Por muitas desculpas que se peçam, por muito q se tente emendar os erros cometidos e compensar com outras acções positivas, os actos vão deixando cicatrizes...
Umas mais finas e quase imperceptíveis, outras tão profundas que é quase impossível não as notar.
Mas não vale a pena gastar os neurónios a pensar nisso... That's life...
quarta-feira, setembro 26, 2007
segunda-feira, agosto 20, 2007
Devaneios
Há dias em q apetece dar o grito do Ipiranga e soltar amarras, pra poder viver ao sabor do vento, sem eira nem beira nem rumo certo...
Porque é q tudo tem q ser como a sociedade convenciona? Porque é q a sobremesa tem de ser sempre depois da comida? Porque é q tudo tem uma hora marcada e certa para se fazer?
Porque não podemos viver de forma imprevisível nem q seja por 1 só dia?
Na verdade, esta conversa nem parece minha, estas palavras em tempos passados não sairiam certamente dos meus lábios, porque a rotina e os hábitos instalados sempre me foram muito queridos... E pela mesma razão q para o resto do mundo: porque nos dão confiança, pq já sabemos o q esperar amanhã e depois de amanhã e depois e depois... e assim não há surpresas...
Mas hoje confesso q me apetecia fazer algo inesperado, algo inconfessável, algo q deixasse queixos caidos e bocas abertas... Só pelo puro prazer de transgredir, de divergir...
Porque, se todos gostássemos de vermelho, o q seria do azul?...
sexta-feira, agosto 17, 2007
A una nariz
érase una nariz superlativa,
érase una nariz sayón y escriba,
érase un peje espada muy barbado.
Era un reloj de sol mal encarado,
érase una alquitara pensativa,
érase un elefante boca arriba,
era Ovidio Nasón más narizado.
Érase un espolón de una galera,
érase una pirámide de Egipto,
las doce Tribus de narices era.
Érase un naricísimo infinito,
muchísimo nariz, nariz tan fiera
que en la cara de Anás fuera delito.
Francisco de Quevedo
Sempre achei piada a este poema, por ser tão terrivelmente mordaz. Quevedo foi um escritor da época dourada da poesia espanhola (Siglo de Oro), por volta do século XVI, e tinha uma inimizade imensa com outro escritor da época, Luís de Góngora (que tb tem uns poemas lindos q a seu tempo mostrarei... ). E como se odiavam figadalmente, escreviam uns mimos destes um para o outro!
Neste poema Quevedo faz uma sátira ao nariz de Góngora pq naquela altura dizia-se que os judeus (e Góngora era judeu) tinham como traço caracterísitico um nariz grande! Mas isto era só a missa a metade acerca das disputas destes 2!
Naquela época a malta sabia como insultar alguém com muita classe! ;D
segunda-feira, agosto 13, 2007
A minha terra!
Ora digam lá se esta imagem não parece daquelas tiradas de um catálogo de revista sobre turismo rural?
Mas não é! É mesmo a vista da casa da minha avó no Minho!
É o meu cantinho da paz, onde só se ouvem os pássaros e as abelhas e de quando em vez as melgas a picar...
O ribeiro corre lento por aquelas paragens, como lenta é a vida que por ali se vive... Ali até o ar parece q cheira diferente, mais verde... Como se as cores tivessem cheiro...
Mas o melhor daquele sitio é as pessoas q por lá vivem. O seu sotaque do Norte é uma delícia e parece q ao fim de 2 dias já nos entrou de tal maneira no ouvido q nos sentimos impelidos a gritar: "Oooouuuu!" pra chamar o "bizinho" da frente e "botar-lhe um bocadinho de binho na malga"!
Os vizinhos são tão prestáveis q às vezes até temos q fugir deles pra não nos encherem a cozinha de batatas, feijões, pitos (bem entendido, são os frangos!) e coisas q tais! Tão saborosas! É tudo tão bom ali q eu (euzinha da Silva) até como 2 pães ao pequeno-almoço! (Pra quem me conhece sabe q isso é uma barreira quase imbatível para a minha pessoa...)
Enfim, apesar de não ser minha, adoro esta terra quanto mais não seja porque é lá q vive a minha jeitosa: a Avó Dina!
ACANAC!!!
quinta-feira, junho 21, 2007
Conversas com Jaime II
- Oh tia, olha ali lagartas gigantes!! - diz ele com os olhos arregalados a apontar para o terminal dos autocarros no fundo da rua - mas sabes tia, as lagartas são borboletas sem asas! E não têm antenas! Os lagartos têm patas mas as lagartas não!
- E as lagartixas tb têm patas - respondo eu - os lagartos são lagartixas muito grandes! (digo eu com o meu ar de entendida na matéria...)
- Sim, mas os lagartos grandes só existem noutro país, no nosso só há pequeninos, que eu já os vi no paredão!! - responde ele com toda a sabedoria dos seus maravillhosos 4 anos...
:D


